Home Na Imprensa Portal ‘Futuro da Saúde’, da jornalista Natalia Cuminale, destaca trabalho do SAS Brasil: ‘Telemedicina chega ao sertão’

Portal ‘Futuro da Saúde’, da jornalista Natalia Cuminale, destaca trabalho do SAS Brasil: ‘Telemedicina chega ao sertão’

por Comunicação SAS Brasil

“Um espaço para se informar e refletir sobre inovação, saúde mental e prevenção de doenças”. É assim que o portal Futuro da Saúde, que produz conteúdo digital em diversas plataformas “sobre os rumos da saúde no Brasil e no mundo, de forma compreensível e com credibilidade”, se define. No última segunda-feira (26), o trabalho do SAS Brasil com a telemedicina para o Sertões 2020 foi destaque no portal, em texto assinado pela jornalista Natalia Cuminale. Ao falar sobre a atuação do SAS Brasil no Sertões 2020, a jornalista explica que “uma das transformações será na saúde: a telemedicina vai chegar a locais remotos e carentes do Brasil”.

Leia na íntegra: Telemedicina chega ao sertão

“Para o projeto, se enquadram cidades de até 30 mil habitantes que não tenham saúde especializada disponível e que estejam a pelo menos 200 quilômetros de distância de um centro de referência para uma consulta”, explica o portal, depois de entrevistar a médica Adriana Mallet, diretora do SAS Brasil. Na entrevista, Adriana conta sobre a telemedicina e afirma: “nossa primeira plataforma foram as carretas e as tendas de campanha. A jornalista diz ainda que a operação do SAS Brasil precisou ser adaptada “para um modelo digital, mas que também não exclui o atendimento presencial, se for necessário”. As Unidades de Teleatendimento (UTAs) do SAS Brasil serão instaladas em quatro cidades do Centro-Oeste e do Nordeste brasileiros, de forma a impactar a população local.

A expectativa é beneficiar cerca de 30 mil pessoas ao longo de um ano, período em que as UTAs ficarão nas cidades. “(É) mais que o dobro do ano passado”, lembra o portal Futuro da Saúde. De fato, no Sertões 2019 o número de pessoas impactadas ficou em cerca de 13 mil. O Sertões 2020 começa em 31 de outubro e vai percorrer cerca de 5 mil km entre o interior de São Paulo e o litoral do Maranhão. Para evitar aglomerações e proteger a população dos municípios que receberão as UTAs, os nomes ainda não serão revelados.

Cenário favorável à regulamentação da telemedicina

Giamberardino, vice-presidente do CFM (foto: Divulgação)

No começo de setembro, o Futuro da Saúde entrevistou Donizetti Dimer Giamberardino Filho, vice-presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina) que coordena uma comissão especial responsável pela revisão da prática da telemedicina no país. O CFM está se organizando para lançar uma nova resolução, que mantenha a telemedicina também após a pandemia. Essa nova regra deve sair até novembro, segundo o portal. Vale lembrar que a prática não era regulamentada até o início da pandemia para o contato direto entre paciente e médico, mas a portaria 467 do Ministério da Saúde, editada em função e para o período da pandemia, autorizou esse uso da telemedicina. Antes, só era permitida no contato entre profissionais de saúde nas duas pontas.

Na entrevista, Giamberardino diz que “dois pontos (são) essenciais para a telemedicina: segurança e responsabilidade”. O portal, por outro lado, lembra que, para entusiastas da prática — como é o caso do SAS Brasil — “a telemedicina eliminaria fronteiras, ampliaria o acesso e poderia baratear a saúde”. O vice-presidente da CFM avisa, na entrevista ao Futuro da Saúde, que “a princípio, o cenário está muito mais favorável para aceitação do método” do que estava em 2019, quando a entidade recuou e revogou uma resolução em que autorizava a prática.

“O CFM já enxergou essa importância (da telemedicina) em 2019. O problema é que não houve uma boa comunicação entre as entidades médicas e os próprios conselhos regionais”, afirma Giamberardino ao portal. “Os novos presidentes dos conselhos regionais não tinham debatido o assunto e se sentiram surpreendidos. O problema não foi pelo conceito da telemedicina, mas porque a comunicação estava desestruturada. Em um primeiro momento, muitos médicos entenderam que a resolução era precipitada e de risco para o ato médico e para o paciente. Agora, com a pandemia, a percepção que eu tenho é que, em virtude do distanciamento social, muitos médicos enxergaram a possiblidade.”

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